terça-feira, 21 de abril de 2009

Aborto, o desespero pela vida


Nós, pessoal da classe, montamos grupos e fizemos palestras e apresentações sobre o aborto, métodos, consequências e riscos. Mas não demonstramos nenhuma posição (contra ou favor), nem influenciamos na opinião de ninguém, nós alertamos sobre.
Durante a palestra, algumas pessoas disseram não ter uma opinião formada, que se engravidassem ou se suas namoradas engravidassem não sabem o que fariam. Não se pode tirar a razão deles, pois isso é uma opinião estritamente pessoal.
Mas, PENSEM BEM, muito bem: se há métodos de prevenção (muitos, muitos mesmo, por sinal), porque escolher por engravidar? Por mero capricho? Se você sabe que você não vai conseguir dar amor para esta criança, não vai saber criar esse bebê, por que então não evita de tê-la? É a maneira mais fácil, do que tirar a vida de um ser inocente que já está sendo preparado para viver.
Acho injusto o aborto, apesar de ir junto com a lei (que diz que em caso de incesto ou estupro, pode ser abortado esse feto - já que essa criança vai ser um modo de 'lembrar' do fato ocorrido, um ‘trauma’ na vida da mãe; e em anomalias que põem em risco a mãe e o filho). Esses são casos. Acho muito errado, por exemplo, quem tem condições (tanto financeiras como psicológicas) de criar um filho tirá-lo. Errado mesmo, injusto, um pecado. Afinal, todos têm o direito de viver. Mas, como isso é opinião pessoal, não influencio. Ajudei na palestra a orientar várias pessoas, e espero que tenham tomado a consciência certa sobre isso. Porém, deixo aqui a pergunta: você acha justo, uma (pequena) vida perfeita ser interrompida sem razão, por ‘atrapalhar planos’? Eu não acho.


por: Heloísa Rossanese M.

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